Por que realmente expulsamos ou apoiamos nossos filhos? Quando o vínculo não aguenta a verdade. cover art

Por que realmente expulsamos ou apoiamos nossos filhos? Quando o vínculo não aguenta a verdade.

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Pais, filhas, família e trabalho sexual: o que está em jogo quando uma escolha rompe expectativas e coloca o vínculo à prova.Um relato envolvendo pais e filhas levanta uma pergunta difícil: apoiar ou expulsar de casa?Neste episódio, Marcos e Lia — hosts virtuais criados por Inteligência Artificial e mediados e supervisionados pela equipe clínica do Psico.Online — partem de uma situação real para investigar o que acontece com os vínculos familiares quando alguém deixa de caber no papel social que organizava aquela relação.Sem focar em julgamentos sobre o trabalho sexual, a conversa atravessa temas como estigma, preconceito, vergonha, moralidade cultural, patriarcado, sexualidade e o peso das expectativas dentro da família.Por que algumas escolhas geram ruptura enquanto outras são toleradas?O que realmente está sendo ameaçado: o vínculo… ou a imagem que sustentava esse vínculo?Ao longo do episódio, discutimos:• papéis sociais e expectativas familiares• ruptura de vínculos familiares e a renegociação de afetos• estigma e vergonha social e o "estigma de cortesia"• duplo padrão moral entre homens e mulheres• confiança e ruptura de vínculos• o impacto de revelar (ou esconder) quem se éE ampliamos a reflexão com perguntas incômodas:E se fosse um filho homem?E se fosse o pai?E se fosse a mãe?E se a questão não fosse o comportamento… mas a quebra do papel esperado?No fundo, o conflito talvez não esteja na escolha em si, mas no que ela faz com aquilo que acreditávamos que o outro deveria ser — e que, de repente, se apresenta de outro modo.E agora?Se esse episódio te fizer repensar algo que parecia certo demais para ser questionado, ele já cumpriu seu papel. Então, compartilhe com alguém.Acompanhe mais conteúdos em: https://psico.online/podcastOu explore o site psico.online, com centenas de textos pensados por psicólogos.Se quiser aprofundar questões da sua própria vida, você pode encontrar psicólogos e psicólogas no psico.online.Este episódio dialoga com contribuições clássicas e contemporâneas das ciências humanas sobre identidade, estigma e vínculos sociais, incluindo Goffman, Bourdieu, Moreno, Honneth e Crenshaw, além de estudos sobre vergonha, estigma e construção moral.⸻📚 FONTES DE CONSULTA (URLs)https://ea.fflch.usp.br/sites/ea.fflch.usp.br/files/inline-files/Estigma%20-%20Erving%20Goffman_0.pdfhttps://we.riseup.net/assets/212390/estigma-ervinggoffman-140509193459-phpapp01.pdfhttps://www.scielo.br/j/cenf/a/6WmM8T7wzNNk4xLm8bTzsFp/?lang=pthttps://www.scielo.br/j/bioet/a/FfnBDKxWhyyfc9JZMtBfzTg/?format=pdf&lang=pthttps://books.scielo.org/id/hrc5s/pdf/monteiro-9788575415344-03.pdfhttps://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1808-42812009000200009&script=sci_arttexthttps://periodicos.ufes.br/simbiotica/article/view/47299⸻📖 BIBLIOGRAFIA Goffman, E. (1988). Estigma: Notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. LTC.Bourdieu, P. (1989). O poder simbólico. Bertrand Brasil.Moreno, J. L. (1975). Psicodrama. Cultrix.Honneth, A. (2003). Luta por reconhecimento: A gramática moral dos conflitos sociais. Editora 34.Crenshaw, K. (1989). Demarginalizing the intersection of race and sex. University of Chicago Legal Forum, 1989(1), 139–167.Link, B. G., & Phelan, J. C. (2001). Conceptualizing stigma. Annual Review of Sociology, 27, 363–385.https://doi.org/10.1146/annurev.soc.27.1.363Scheff, T. J. (2000). Shame and the social bond: A sociological theory. Sociological Theory, 18(1), 84–99.https://doi.org/10.1111/0735-2751.00089⸻
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