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Você tem que saber o básico

Você tem que saber o básico

By: Você tem que saber o básico
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Você tem que saber o Básico surge na intenção de ajudar estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio a estudar um pouquinho mais a disciplina de História e a disciplina de Sociologia. Os áudios trazem conteúdos que são também trabalhados pelos professores em sala de aula. Assim, os estudantes podem reforçar o que aprenderam, tirar suas dúvidas e aprender um pouco mais sobre História e Sociologia! :)Você tem que saber o básico
Episodes
  • Agentes de socialização
    May 27 2026

    🎙️ Salve, salve! O episódio de hoje é extraído do trecho de uma aula de revisão para o exame final de sociologia.

    Vamos adentrar no tema dos agentes de socialização para compreender como ela estimula os indivíduos, tudo isso sob uma perspectiva sociológica. 🌍✨

    Está pronto para explorar como a os agentes de socialização nos auxiliam na construção do nosso eu? Então, não perde tempo não e aperte o play! ▶️🔊


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    A gente se vê no próximo podcast! 🎤✨


    📚 A pesquisa para este episódio teve como base os mapas mentais desenvolvidos pelo professor @juliulima, idealizador do @sociologiacotidiana. Sigam eles no insta!

    🔗 Clique aqui para acessar o mapa mental da aula.

    🔗8 experimentos cruéis do nazista Josef Mengele.

    🎵 Música: Vamos fazer um filme - Legião Urbana

    📚 Referência:LOPES, Guilherme Augusto Hilário. Instrumentalidade e processo de trabalho do educador social. Indaial: Uniasselvi, 2020.


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    7 mins
  • Morrer é falha sua? Modernidade, processo civilizador e sociedade de risco
    Feb 20 2026

    Salve, galera! No episódio de hoje, a gente continua a nossa série sobre a sociologia da morte — e a pergunta é direta (e bem incômoda): morrer virou falha sua?

    No episódio anterior, vimos como a modernidade empurrou a morte para longe do convívio social. Agora, a conversa avança: a sociedade moderna não só escondeu a morte — ela passou a administrá-la.

    Com Norbert Elias, a gente entra no processo civilizador: o crescimento das normas de higiene, o controle dos impulsos, o recuo da violência do espaço público e o “recalcamento” da finitude. Aos poucos, a morte vai ficando cada vez mais distante, mais silenciosa, mais “imprópria”.

    Com Ulrich Beck, a lente muda para a sociedade de risco: a morte deixa de ser destino, vontade divina ou acaso… e passa a ser lida como responsabilidade individual.
    Você não fez exames?
    Não se cuidou?
    Não “performou saúde”?
    Então… a culpa é sua?

    E para fechar o episódio, depois do intervalo daquela aula, entramos com Anthony Giddens e o conceito de segurança ontológica — aquela sensação de estabilidade que permite que a vida “siga”, como se o sistema controlasse o caos. Mas a pergunta fica: ele controla mesmo?


    Dá o play e vem comigo nessa jornada! 🎧
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    Até o próximo episódio!


    📚 Referência (ABNT)
    MATTEDI, Marcos Antonio; PEREIRA, Ana Paula. Vivendo com a morte: o processamento do morrer na sociedade moderna. Caderno CRH, v. 20, p. 319-330, 2007.


    🎵 Trilha sonoraMúsica: “Savior” – Telecasted
    Fonte: YouTube Audio Library

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    17 mins
  • Quando a morte sumiu da nossa vida: a construção social da invisibilidade da morte
    Feb 18 2026

    Salve, galera! No episódio de hoje, a gente vai encarar um tema que todo mundo vive, mas quase ninguém quer ver: a morte.

    “Quando a morte sumiu da nossa vida: a construção socialda invisibilidade da morte” é o início de uma série especial em 4 episódios (baseada em uma aula que ministrei para estudantes de Medicina) — e aqui a ideia é simples e incômoda: a morte não é só um fato biológico… elatambém é uma construção social, histórica e cultural.

    Neste primeiro episódio, a gente conversa sobre o que algunsautores chamam de “sequestro da morte” — ou seja, como, na modernidade, a morte foi sendo retirada do cotidiano, empurrada para espaços técnicos e institucionais, e transformada em algo que deve ficar fora do olhar público.

    E, para entender como chegamos até aqui, vamos viajar notempo com Philippe Ariès, passando pela “morte domada” (mais pública, compartilhada, comunitária) até a “morte interditada” (aquela que vira tabu e precisa ser escondida para não “atrapalhar” a ordem).

    Se você é da área da saúde (ou convive com ela), esse papomexe com tudo: hospital, velório, luto, rotina, linguagem, silêncio — e com o jeito que a gente aprende (ou desaprende) a lidar com a finitude.


    Dá o play e vem comigo nessa jornada pela sociologia da morte! 🎧


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    Até o próximo episódio!


    📚 ReferênciaMATTEDI, Marcos Antonio; PEREIRA, Ana Paula. Vivendo com a morte: oprocessamento do morrer na sociedade moderna. Caderno CRH, v. 20, p.319-330, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ccrh/a/6dwBVkwTPWVFdZK3W8ZH5vJ/?format=html&lang=pt.


    Trilha sonora
    Música: “Savior” – Telecasted
    Fonte: YouTube Audio Library

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    14 mins
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